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	<title>Design &#8211; Quattri Design</title>
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	<link>https://quattri.com.br</link>
	<description>Site da Empresa Quattri Design, especializada em Design Gráfico, Webdesign, UI UX Design e desenvolvimento de aplicações.</description>
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		<title>UX Design x UI Design</title>
		<link>https://quattri.com.br/ux-design-x-ui-design/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Pimenta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 20:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito tem se falado hoje em dia sobre UX Design e UI Design, mas afinal de contas, o que significam esses termos? Traduzindo literalmente esses termos vemos que UI Design significa User Interface Design, ou em português Design da Interface do Usuário, e UX Design seria User Experiencie Design, e em nossa língua Design da [&#8230;]]]></description>
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<p>Muito tem se falado hoje em dia sobre <em>UX Design</em> e <em>UI Design</em>, mas afinal de contas, o que significam esses termos?</p>



<p>Traduzindo literalmente esses termos vemos que <em>UI Design</em> significa <em>User Interface Design</em>, ou em português <strong>Design da Interface do Usuário</strong>, e <em>UX Design</em> seria  <em>User Experiencie Design</em>, e em nossa língua <strong>Design da Experiência do Usuário</strong>.</p>



<p>Confesso que no início me pareceu um pouco confuso, mas pesquisando e estudando sobre este assunto, vi que na verdade a diferença entre esses termos é bem simples. Vou citar um exemplo ótimo que eu li e que ilustra muito bem essa diferença. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Imagine uma BANANA! </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="679" src="https://quattri.com.br/wp-content/uploads/2020/05/banana-1024x679.png?x72574" alt="" class="wp-image-334" srcset="https://quattri.com.br/wp-content/uploads/2020/05/banana-1024x679.png 1024w, https://quattri.com.br/wp-content/uploads/2020/05/banana-300x199.png 300w, https://quattri.com.br/wp-content/uploads/2020/05/banana-768x509.png 768w, https://quattri.com.br/wp-content/uploads/2020/05/banana-1536x1018.png 1536w, https://quattri.com.br/wp-content/uploads/2020/05/banana.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Podemos analisar essa fruta sob dois aspectos diferentes: suas características e propriedades físicas como o seu formato, sua casca, cor e seu sabor. Isso seria o Design da Interface do Usuário (<em>UI Design</em>). De um outro lado, também podemos fazer uma análise sob como o usuário interage com essa fruta, a facilidade de se transportar para onde você quiser, descasca-la e comê-la. Esses aspectos estariam ligados ao Design da Experiência do Usuário (<em>UX Design</em>).</p>



<p>Esse exemplo simples nos mostra uma tendência atual, onde um bom produto deve oferecer uma interface e experiência centradas no usuário. </p>



<p>Quem nunca teve uma experiência desagradável acessando um site, ou até mesmo na hora de achar uma função no caixa eletrônico do banco? Na verdade a experiência do usuário começou a existir desde a primeira vez em que as pessoas começaram a utilizar objetos para realizar algum tipo de tarefa. Podemos considerar uma boa experiência quando realizamos uma tarefa de forma rápida, sem frustração e sem encontrarmos entraves no meio do caminho.</p>



<p>Na prática, os <em>UX Designers</em> e <em>UI Designers</em> trabalham para melhorar a interação dos usuários com o produto, seja ele físico ou virtual, interferindo na definição de quais tarefas, funcionalidades, qual a ordem e como esses usuários irão realizar essa interação. </p>



<p>Para quem quiser se aprofundar no tema um pouco mais, sugiro a leitura do livro <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.amazon.com.br/dp/B01B6MSSRW/ref=dp-kindle-redirect?_encoding=UTF8&amp;btkr=1" target="_blank">Introdução e boas práticas em UX Design</a> do Fabrício Teixeira. Um livro com  um texto super direto, recheado de exemplos e informações práticas que podem ser incorporadas a nossa rotina de trabalho.</p>



<p>E o que fazem os UI e UX Designers?</p>



<p>Na prática os <em>UX Designer</em>s não se preocupam com a identidade visual do produto, cores, formato dos objetos, se um botão dever ser retangular ou com cantos arredondados. Esses aspectos e todos os detalhes de como a interface do produto com usuário vão funcionar, ficam sob responsabilidade do <em>UI Designer</em>. Já o <em>UX Designer</em> exerce um papel mais estratégico, determinando quais funções estarão disponíveis para o usuário, definindo qual a ordem das interações necessária para se realizar uma determinada tarefa, pesquisando como os usuários estão compreendendo uma nova função incorporada ao produto, ou ainda definindo como os conteúdos irão ser categorizados e organizados dentro do projeto.</p>



<p>Mas o <em>UX Designer</em> e o <em>UI Designer</em> podem ser a mesma pessoa? Sim, sem problema algum. Se essa pessoa dominar todo o conhecimento necessário para desempenhar estes papéis, não há problema algum. Na prática, o que observamos é que em empresas de menor porte, normalmente uma pessoa acaba assumindo esses dois papéis, e em empresas maiores, encontramos pessoas diferentes desempenhando essas atividades separadas.</p>



<p>Por fim, observamos cada vez mais que os produtos estão tendo o usuário como centro das atenções, e não é atoa. Uma má experiência ou uma interface mal desenvolvida podem acabar determinando o sucesso ou fracasso do seu produto. Se uma boa ideia por si só não for capaz de ser percebida como uma boa experiência pelo usuário, fatalmente ela não triunfará diante da concorrência.</p>
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			</item>
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		<title>Como orçar um projeto ?</title>
		<link>https://quattri.com.br/como-orcar-um-projeto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Pimenta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 20:27:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[A pergunta feita neste artigo pode soar um tanto quanto sem sentido, porém, não é o que se verifica na rotina de quem demanda ou executa serviços na área de design. As vezes, uma solicitação de orçamento mal feita pode impactar o custo final ou a viabilidade de um projeto. Mas então: como devemos proceder [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A pergunta feita neste artigo pode soar um tanto quanto sem sentido, porém, não é o que se verifica na rotina de quem demanda ou executa serviços na área de design. As vezes, uma solicitação de orçamento mal feita pode impactar o custo final ou a viabilidade de um projeto.</p>



<p><strong>Mas então: como devemos proceder na hora de orçar um projeto?</strong></p>



<p>Antes de mais nada é preciso<strong> delimitar onde começa e onde termina o projeto</strong>. O que está dentro do escopo dos serviços é tão importante quanto o que ficará de fora. Por exemplo: O orçamento deve prever a diagramação de uma peça, porém a impressão do material não faz parte dos serviços. Ou ainda, o orçamento deve prever o desenvolvimento de um site somente na língua portuguesa (BR), sem sua versão em uma outra língua estrangeira. </p>



<p>Parece besteira, mas a delimitação dos serviços acaba evitando muita dor de cabeça para quem demanda e para quem executa o projeto.</p>



<p>Após a delimitação, é importante <strong>detalhar cada etapa que compõe o escopo a ser orçado</strong>. Neste ponto, devemos levantar todas as informações pertinentes para a compreensão do que deverá ser executado. A falta de um detalhe, por menor que possa parecer, pode afetar diretamente o custo do projeto. Um exemplo: desenvolvimento de um projeto gráfico e diagramação de um livro. Mas qual o formato e número de páginas do livro, ou ainda, quantas cores as páginas deverão ser impressas? Outro exemplo: Desenvolvimento de um site em uma determinada plataforma. Mas onde este site será hospedado? O servidor está preparado para hospedar o site ou descobriremos no momento de implantação que teremos problemas? Quem irá arcar com as despesas relacionadas a esse servidor?</p>



<p>Seja detalhista na especificação de cada etapa do escopo a ser orçado.  Não hesite em questionar cada pequeno detalhe. <strong>Peque pelo excesso  e nunca pela falta de informação</strong>.</p>



<p>Orçamento delimitado e detalhado, chegou a hora de construir o <strong>cronograma de execução do projeto</strong>? O <strong>prazo de entrega dos produtos também pode interferir diretamente no custo</strong> <strong>ou até mesmo na viabilidade do desenvolvimento de uma etapa</strong>. Reveja com cuidado quanto tempo cada etapa irá demandar, seja ela executada pela sua equipe ou por terceiros subcontratados. Aqui vale a máxima de que <strong>tempo também é dinheiro</strong>. Para os casos onde o prazo de execução é muito curto, talvez a contratação de um reforço na equipe seja necessário ou até mesmo a escolha de um determinado fornecedor que trabalhe mais rápido também. E isso pode e deverá encarecer o projeto. </p>



<p>Com o cronograma desenhado e os respectivos custos alinhados, as chances de algum imprevisto acontecer diminuem bastante. E neste ponto, contratante e contratado devem ser sinceros. <strong>Jogar limpo é a melhor solução para todos</strong>. Em algumas situações, exigir prazos de entrega muito curtos, além de desnecessário, poderá encarecer o custo do projeto.</p>



<p>Agora chegamos em um ponto delicado: <strong>limite de verba disponível</strong>. Nem sempre quem está contratando um serviço gosta de abrir o teto limite que se pode gastar. Mas já parou para pensar que na área de design podem existir uma dezena de possibilidades de solução para um mesmo problema? A definição do <strong>limite disponível para o projeto pode facilitar e muito a escolha da &#8220;melhor solução&#8221;</strong>. Digo aqui melhor entre aspas, no sentido de a melhor solução dentro das possibilidades disponíveis, no limite de verba determinado.</p>



<p>Então não custa tentar levantar qual o limite de gastos para o projeto, e a partir desta variável, avaliar qual ou quais as melhores possibilidades a serem desenvolvidas. Com isso evitamos a desagradável sensação de frustração de ambas as partes, na hora da entrega do produto final apresentando uma solução abaixo da expectativa.</p>



<p>E por fim, tão importante quanto tudo que foi apresentado anteriormente: <strong>documente tudo! Delimitação do escopo, detalhamentos de cada etapa, cronogramas e custos</strong>. Essas informações devem ser compartilhadas por ambas as partes, e não podem nem devem serem perdidas de vista antes, durante e após a execução do projeto. </p>



<p>Espero que tenham gostado e que ajude nas suas atividades. Boa Sorte!</p>
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